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Save Me

janeiro 17, 2018

Título: Save Me | Rescue Me | Hangul: 구해줘   |
Gênero: Suspense, Mistério, Ação,Thriller, Crime
Episódios: 16
Emissora: OCN | Studio Dragon
Duração: 5 de Agosto - 24 de Setembro de 2017
Direção: Kim Sung-soo
Roteiro: Jung Shin-kyoo

Sinopse: Em um beco escuro do bairro, um grupo de jovens desempregados escutam uma mulher pedindo socorro e correm para seu resgate. Eles descobrem que ela está presa em algum tipo de culto pseudo-religioso e tentar ajudá-la, mas o que se segue é uma seqüência de terríveis acontecimentos cheios de tensão que nos fazem pensar mais sobre a ciência da psique humana.


     Eu ainda estou no chão com esse dorama, e quando digo que estou no chão é porque estou mesmo, esse kdrama é uma coisa linda, assustadora e reflexiva, e vocês precisam assistir pra entender tudo que sinto.


  Após mudar de Seul para Muji, uma cidade pequena no interior, a família de Sang Mi acaba sofrendo algumas perdas e na reconstrução de sua nova vida ela acaba indo parar numa seita religiosa e sua única esperança de fugir daquele lugar é que alguém acredite nela e a salve dali, depois de alguns anos naquele lugar ela até acaba sendo ouvida, mas pra que o grupo de Sang Hwan e Dong Chul a tire de lá eles vão tem que lidar com uma seita que vai além do que parece.


   Sang Mi é uma mulher forte e dona de si que tenta não somente se proteger contra a seita como tenta também proteger as pessoas que ama, e mesmo trilhando um caminho difícil e lidando com pessoas doentias ela vai se quebrando e aprendendo, até chegar ao ponto em que aprende a lidar com toda essa situação doentia. Sang Hwan é um garoto que vemos evoluir e aprender, ele beira o clichê naquela ideia de bem e mal e as vezes comete erros por isso. Dong Chul (meu favorito) é o personagem por quem me apaixonei, vindo de família humilde, aprendeu cedo que dinheiro e herança familiar são os mais importantes na pequena cidade de Muji, e nem por isso deixou que isso o corrompesse ou dita-se como iria agir, ele é leal e de bom coração. Existem outros personagens importantes no dorama mas falar deles seria contar demais da história e isso acabaria com parte do impacto que ela tem.



   É complicado abordar o assunto religião sem cair nos estereótipos preconceituosos e dependendo da sua percepção talvez encontre isso no dorama, mas da minha perspectiva  ele abordou bem a questão do fanatismo religioso, movido não somente pelas motivações financeiras, mas também pela crença de que um homem pode ser tornar Deus. A loucura, o abuso de poder, o abuso físico e psicologico e a violência são recorrentes no dorama, algumas de forma mais explicita outros de forma mais subentendida. É interessante ver como cada coisa vai se desenrolando e como a ideia de ‘’tudo sempre da certo’’ não se aplica de forma total na vida real.

   Em diversos momentos me vi com raiva de como eles podiam influenciar tantas pessoas, e de como as mesmas se deixavam ir por esse caminho sem refletir sobre tudo aquilo, e entendi como o poder da persuasão e o uso errado da fé e da esperança alheia podem ser ruins em muitos sentido.  O dorama nos faz refletir sobre diversos temas dentro e fora da religiosidade, como a ganância do homem em relação a dinheiro e poder, a fé cega em profetas mentirosos, a violência desmedida motivada por uma crença, as atitudes desmedidas que geram consequências sem volta. Mas nem só de temas fortes vive o dorama né? Não haha, ele também fala sobre lealdade e companheirismo, amizade, a força do perdão e as consequências de seguir em frente e agir com seu coração.


“ As pessoas me perguntam como eu consegui suportar esse lugar. A esperança de que eu escapasse um dia... A esperança de que existisse um verdadeiro Deus lá fora... A esperança de que alguém me escutaria meu grito de desespero... Essas esperanças me ajudaram a suportar as dificuldades. Eu acredito que existe esperança no mundo. “


Nota:








O Livro do Cemitério de Neil Gaiman e P. Craig Russell

janeiro 15, 2018

Título: O Livro do Cemitério
Autora: Neil Gaiman e P. Craig Russell
Série: O Livro do Cemitério #1
Ano: 2017
Editora: Rocco JOvens Leitores
Página: 192
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Sinopse: Bestseller do The New York Times e premiado com as medalhas Newbery (EUA) e Carnegie (Reino Unido), o romance O livro do cemitério, do cultuado escritor Neil Gaiman, ganha versão em quadrinhos adaptada por P. Craig Russell, parceiro de Gaiman em diversos livros, incluindo a versão em HQ de outro clássico do autor, Coraline. O livro é o primeiro de dois volumes que acompanham a trajetória de Ninguém Owens, ou Nin, um garoto como outro qualquer, exceto pelo fato de morar em um cemitério e ser criado por fantasmas. Cada capítulo nesta adaptação de Russell acompanha dois anos da vida do menino e é ilustrado por um artista diferente, apresentando uma variedade fascinante de estilos que dão ainda mais vida à atmosfera ao mesmo tempo afetuosa e sombria da história.


   Não é a primeira e espero que nem a última obra que leio de Gaiman, e esse quadrinho me deu uma perspectiva nova de como o autor escreve, mas também me remeteu um pouco a aura sombria que ele colocou em Sandman.


  Em uma noite sombria um assassino chamado Jack ataca uma família, mas ao chegar o quarto da criança mais nova não encontra ninguém, o bebê que ali estava saiu da casa e acabou indo parar no cemitério da cidade. O que ninguém sabe é que ali naquele cemitério habitam não somente espíritos, mas também um vampiro e temendo pela criança resolvem cuidar dela. Anos se passam e a criança agora apelidada de Nin vive entre mortos pois recebeu a liberdade do cemitério, porém todo o cuidado daqueles que estão ao seu redor não parecem ser o suficiente pra protege-lo dos perigos do mundo fora do cemitério e nem mesmo o que habitam ali dentro.


   Essa é minha primeira experiência completa com um quadrinho de Gaiman, eu já havia lido alguns volumes de Sandman mas sem ordem e sem entender toda a história. E esse quadrinho me trouxe toda as expectativas de ler algo produzido por Gaiman, e não me decepcionei. Nin apesar de ter passado por uma situação perigosa era muito pequeno pra se lembrar, então tudo que sabemos dele é o que ocorre após sua chegada ao cemitério, e o foco do quadrinho é justamente a visão de Nin sobre tudo que passa durante esses anos de crescimento no cemitério tendo pais fantasmas.

   Apesar de todo o contexto sombrio que vem com a ambientação da história, o quadrinho ao meu ver não é de terror, na verdade é uma coisa linda de se ver e ler, as relações de Nin com os espíritos do cemitério e também com Silas, o vampiro, são relações de família e amigos, aquele é o convívio dele e o que vamos acompanhando é sua compreensão de um mundo para além do cemitério.


   O Livro do Cemitério é uma obra de fantasia que traz uma perspectiva diferente de relações e também de o que deveria ser comum. Uma obra linda de ser vista, por seus traços diferentes a cada capítulo, e incrível de ser lida por trazer à imaginação uma história incomum.

Nota:









Brutal de Luke Delaney

janeiro 14, 2018

Título: Brutal
Autora: Luke Delaney
Série: Detetive Sean Corrigan #1
Ano: 2015
Editora: Rocco
Página: 416
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Sinopse: O que levaria alguém a golpear outra pessoa na cabeça e, na sequência, esfaqueá-la 77 vezes? O garoto de programa Daniel Graydon jamais imaginaria que encontraria tamanha perversão nos clientes com quem saía. Mas viu seu fim se aproximar ao ir contra sua regra de ouro: nunca levar os homens para casa. Seu parceiro sexual e algoz, porém, tinha algo de sedutor e era difícil recusar a proposta de uma noite regada a sexo, e muito bem paga. Daniel tornara-se apenas uma das vítimas de um personagem sombrio, cuja pulsão pela morte o levava a matar com regularidade e método. Cada morte representando um passo adiante no aperfeiçoamento da macabra arte de tirar vidas: cruel, dolorosa, limpa e sem pistas. Um desafio para a polícia de Londres e sua divisão de Crimes Graves do Grupo Sul, liderada pelo atormentado detetive-investigador Sean Corrigan.
Brutal é o primeiro thriller policial de Luke Delaney, que serviu por muitos anos na polícia londrina investigando crimes diversos, dos cometidos por assassinos em série aos resultados de conflitos entre gangues e máfias. Nos livros de Delaney, Sean Corrigan é o herói que encarna a missão de desvendar mortes e descobrir quem os cometeu, e fazê-los pagar. O violento passado do detetive fez com que ele desenvolvesse a incrível habilidade de reconhecer o mal onde quer que ele esteja. Ele sabe que precisa ser rápido o bastante para evitar que o assassino faça sua próxima vítima.



   A palavra intensidade, é a que melhor define todo o conjunto dessa obra, mesmo sendo de uma premissa quase comum nos livros de suspense, Luke Delaney não prende somente pela maestria e originalidade de sua escrita, mas também pela crueldade de seu personagem.


   O detetive Sean Corrigan é diferente dos outros em sua profissão, ele entende a cena do crime, e mais do que isso, ele entende os desejos e anseios dos assassinos que cometeram esses crimes. Mas agora nem sua incomum habilidade de coloca-lo na cena consegue ajuda-lo a desvendar uma série de assassinatos que ocorrem em Londres, o assassino cruel e inteligente começou de brutal e limpa e todas as suas artimanhas agora assombram o detetive que precisa para-lo antes que haja outra vítima.

   Antes de iniciar a leitura eu não imaginava que o autor foi durante muitos anos um policial especializado em serial killers e assassinatos, e saber disso após a leitura meio que explicou os motivos da obra ser tão boa. Sean Corrigan é um personagem difícil, sua construção é bem-feita, mas sua formula pode não convencer a todos – o que não foi o meu caso haha. Até porque sua maneira de lidar com os crimes e de compreender as cenas se colocando no papel de assassino é bem incomum até mesmo nas obras de suspense policial.


   Dividido entre as narrativas do policial e do assassino a obra mescla entre a dor e o passado de Sean e a voracidade e o desejo do assassino que anseia realizar e colocar pra fora todo seu lado selvagem. Munido da experiência que teve durante anos de serviço Delaney apresenta ao leitor os detalhes das investigações e também das cenas cruéis dos assassinatos, trazendo ao leitor uma narrativa rica em detalhes mas sem excessos.

   Brutal é uma obra que se inicia de forma fluída, gera curiosidade e fascínio e termina de forma direta, intrigante e cheia de história pras continuações, e eu preciso logo do segundo livro da série.



Nota:









O Mistério da Estrela - Stardust de Neil Gaiman

janeiro 13, 2018

Título: O Mistério da Estrela - Stardust
Autora: Neil Gaiman
Ano: 2008
Editora: Rocco
Página: 208
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Sinopse: Na Inglaterra da era Vitoriana, está a vila solitária que tira seu nome de uma imponente barreira de pedra que rodeia a fértil terra. A calma de muro é interrompida a cada nove anos, quando o mortal e o mágico se encontram numa feira única.



   Conheci essa historia por causa do filme (que foi amor à primeira vista) e ao ler esse livro me senti apaixonada em mais uma obra de Gaiman.


   Tristran Thorn carrega em si uma grande paixão por Victoria, uma jovem que o trata de forma esnobe, e na busca por agrada-la e também se casar com o grande amor de sua vida ele acaba prometendo pegar a estrela que caiu do céu. Mas ao encontrar a estrela ele descobre que ela na verdade é uma mulher chamada Yvaine, e que esse novo mundo para além da muralha esconde não somente criaturas mágicas e fantásticas, mas perigosas que estão para além de sua imaginação.


   Ler o livro anos após assistir o filme me relembrou alguns pontos da história e pude perceber que Tristran é bem mais do que a adaptação podia mostrar. Ele não é exatamente o personagem mais profundo, porém é persistente e sua evolução na relação com o mundo mágico e com Yvaine foi pra mim um dos pontos mais bem trabalhados por Gaiman. Não posso deixar de elogiar a maestria de Gaiman em criar mundos mágicos e personagens tão incríveis, sejam eles heróis ou vilões, seu dom de torna-los realistas e humanos sujeitos a falhas e mudanças merece elogios.


   O Mistério da Estrela Stardust é uma obra que encanta o leitor ao prende-lo em um universo  novo e incomum aos leitores menos familiarizados a fantasia.

Nota:









Paixão Libertadora de Sophie Jackson

janeiro 12, 2018
Créditos da Imagem: Blog Meu Conto de Fada


Título: Paixão Libertadora
Autora: Sophie Jackson
Série: Trilogia Desejo Proibido # 2
Ano: 2016
Editora: Arqueiro
Página: 352
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Sinopse: Segundo livro da trilogia Desejo Proibido - que teve mais de 4,5 milhões de visualizações on-line - , Paixão Libertadora é uma história sensual e apaixonante sobre segundas chances.
Max OHare já passou por muitos momentos difíceis na vida. Depois de perder um grande amor e ter que se internar numa clínica para se livrar das drogas, ele decide que é hora de trocar Nova York por uma cidade do interior, na tentativa de se reerguer ao lado da família.
É lá que ele conhece a deslumbrante Grace Brooks. Amante da arte e da fotografia, ela parece a mulher perfeita. Mas o que Max não sabe é que ela guarda a sete chaves a verdade sobre o próprio passado.
Atraídos um pelo outro, mas com medo das consequências que um relacionamento sério pode trazer a suas vidas já complicadas, eles fazem um pacto para que a relação seja apenas sexual, sem sentimentos envolvidos. Até que as coisas começam a mudar entre os dois...
Presos a grandes medos e a segredos profundos, Max e Grace precisam aprender a confiar de novo e se entregar um ao outro não apenas de corpo, mas também de alma.




   Dois sobreviventes de situações complicadas, duas almas quebradas pelo passado irão tentar se entender sem se quebrarem mais, uma narrativa que põe o leitor bem ciente dos sentimentos dos personagens principais, a dor da perda, a dor da humilhação e até a decadência de um deles para lidar com suas dores. Foi um livro que começou chatinho por causa da negação do personagem principal em aceitar o fato de estar internado, mas que depois ganhou força e ganhou minha atenção.

   Max foi abandonado pela noiva depois de uma grande perda pelos dois, ele se afundou nas drogas para aplacar a dor, porém ele se perdeu tanto que seu amigo Carter precisou interferir e interna-lo numa clínica de reabilitação, após muita terapia e descobrir um novo modo de descarregar seus sentimentos ele quer um novo começo, numa cidade pequena, ele não procura nada apenas esquecimento, até que ele encontra Grace e descobre que ele talvez estivesse procurando algo e não sabia. Grace está recomeçando em uma cidade pequena, longe de tudo que viveu e procurando esquecer o passado aterrador, ela quer se entregar à um novo relacionamento só não sabe se irá conseguir, até Max entrar em sua vida disposto a uma aventura para poder ajuda-la. Max embora envolto por um novo sentimento por Grace ainda não está preparado para se relacionar, seu vício ainda é recente e um novo relacionamento pode colocar tudo a perder, Grace concorda em um não relacionamento, porém a experiência entre os dois fica mais forte a cada encontro. Cabe aos dois decidir qual o melhor caminho a tomar.

   Amei a Grace, uma personagem com muitas cicatrizes, mas que construiu uma bela casa de um lugar que caia aos pedaços, mesmo fragilizada com Max ela não se abaixou, ela aprendeu a se dar mais valor e não deixar as menores coisas a abalarem. Max foi meio deprimente no início, mas quando ele teve a oportunidade de ir em frente ao seu problema ele conseguiu se libertar do vício, ambos os personagens são talhados para ficarem fortes.

   Apesar de muito conflito de sentimentos é um livro com cenas bem hot, uma confiança entre os personagens fez deles mais ousados nas tentativas de se relacionar, eles foram aos poucos, mas a química entre eles foi inegável.

   Gosto muito da autora e indico, os livros tem narrativa longa, porém é a química dos personagens que prende a atenção do leitor, querendo e precisando saber aonde toda a trama vai leva-los. Muito envolvente e quente rsrs, ótimo para quem gosta de romance hot com um pouco de sensibilidade.

Nota:







Batgirl na Super Hero High de Lisa Yee

janeiro 11, 2018

Título: Batgirl na Super Hero High
Autora: Lisa Yee
Série: DC Super Hero High #3
Ano: 2017
Editora: Rocco Jovens Leitores
Página: 256
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Sinopse: No terceiro livro da série DC Super Hero Girls, parte de um bem-sucedido projeto multiplataforma que apresenta personagens clássicos da DC Comics para as novas gerações, Barbara Gordon é uma garota muito inteligente, gênio da tecnologia e ótima detetive. Embora não tenha superpoderes, esses talentos a levam a conseguir uma vaga na Super Hero High, e ela não desiste até convencer o pai, o Comissário Gordon, a deixá-la frequentar a famosa escola de super-heróis, ao lado de Supergirl, sua melhor amiga, e de outras super-heroínas. Lá, ela rapidamente se torna uma das alunas preferidas do professor de Robótica e Ciência da Computação, e vai precisar ganhar uma batalha de computadores para salvar a Terra. Mas será que sua inteligência e domínio da tecnologia serão suficientes? Barbara Gordon sempre teve o coração de uma heroína. Transformada em Batgirl, ela deverá provar que pode ser uma.


   Batgirl é o terceiro livro da série Super Hero High, que iniciou contando a história de Wonder Woman, passou pela Supergirl, e agora vai contar a história da heroína que mais amei conhecer (até agora) nessa série de livros.

   Barbara Gordon finalmente entrou para a Super Hero High como estudante oficial, mas apesar de sua coragem e inteligência, ela ainda tem duvidas sobre seu papel como heroína, e para piorar tudo seu pai ainda se mantém contraditório a sua vida na escola de heróis.


   Batgirl é até agora a heroína mais realista e também a que eu menos conhecia, e mesmo o livro partindo de uma premissa que traz uma versão um pouco diferente do original, a personagem e seus dilemas são bem próximos do que se espera dos heróis da DC.

   Batgirl na Super Hero High  é tão atrativo visualmente quantos os seus antecessores, e mesmo eu amando o roxo da capa haha, o que me fez amar a leitura foi conhecer melhor a Barbara Gordon, e vê-la evoluir como heroína, mesmo sendo tão jovem. Eu indico muito essa serie juvenil criada por Lisa Yee.

“ Ela tornou a abraçar o pai. Mas do que o prêmio, tinha conseguido o que há muito vinha desejando. Seu pai a chamara de Batgirl.”

Nota: 











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